Você levantou. O relógio começou. Agora precisa provar que o crescimento se sustenta.

A rodada comprou tempo, não resposta. Nos próximos meses a empresa precisa mostrar ativação, retenção e receita que sustentem a próxima conversa com investidor.

Normalmente falta alguém sênior dedicado a transformar esse sinal em decisão de produto.

Diagnóstico de 1 semana, ou sprint de 4 a 8 semanas com execução junto do time. Ver formatos

Danilo Campos  ·  fundador do MeuCarrinho (adquirido pelo Buscapé)  ·  15+ anos em produto e growth  ·  ex-Empiricus (churn de 30% para 9%)

Produto que cresce passa por um desses momentos.


01

Gente entra.
Mas não chega ao valor.

O topo do funil funciona. Tem cadastro, tem download, tem lead. Mas a maioria some antes de experimentar o que o produto faz de bom.

O diagnóstico mais comum é culpar aquisição. Aí a empresa compra mais tráfego, e o buraco no meio do funil só fica maior e mais caro.

Resultado: você paga para encher um balde furado, e a conta cresce junto com o crescimento.


02

Os números subiram.
Mas parte disso é mídia paga e esforço comercial, não produto.

O gráfico de cima cresce. Aquisição funciona, o comercial bate meta, os relatórios de investidor parecem bons.

Mas a retenção por cohort não acompanha, e isso costuma aparecer só quando alguém olha o crescimento com mais profundidade.

Resultado: crescimento que depende de gasto, não de produto. No dia em que o gasto para, o número para de subir.


03

Todas as decisões de produto passam por você.
E o roadmap virou uma fila de pedidos.

As prioridades mudam toda semana. Você decide o que entra no produto enquanto também vende, contrata e fala com investidor, e produto acaba sendo sempre a última cadeira da mesa.

Contratar time ajudou na execução, mas não na direção. Sem alguém com mandato para dizer não, o roadmap vira a lista de quem pediu mais alto, mais recentemente, ou com mais poder de barganha.

Resultado: mais gente trabalhando, sem que isso vire mais foco. A rodada comprou capacidade de execução, não capacidade de decisão.


04

O produto funciona.
Mas a empresa está tentando ser muitas coisas ao mesmo tempo.

Dinheiro novo na conta cria a tentação de abrir frentes: novos segmentos, novos casos de uso, o comercial vendendo para perfis cada vez mais diferentes porque a meta de crescimento pede volume. Cada decisão parece fazer sentido isoladamente.

Mas o produto perde foco, o posicionamento enfraquece, e o roadmap tenta atender todo mundo.

Resultado: crescimento sem uma direção clara de mercado, justamente o que a próxima rodada vai cobrar.

Se você se reconhece em alguma dessas situações, o que costuma faltar não é mais time, mais processo ou mais esforço.

O que costuma faltar é alguém responsável por transformar esses sinais em decisões — antes que eles virem churn, estagnação ou uma rodada mais difícil de levantar.

Resultados

Três vezes em que o problema não era o que parecia.

−70%

churn nos 7 primeiros dias, de 30% para 9% em 3 meses · Empiricus

A aquisição funcionava, mas 3 em cada 10 assinantes cancelavam na primeira semana.

A empresa apostava num superapp. A hipótese era que faltava produto.

Fui falar com quem cancelou. As entrevistas, cruzadas com a análise da jornada, mostraram outra coisa: o assinante não chegava, nos primeiros dias, àquilo que o fez comprar. Trocamos o superapp pelo foco no core de valor, com métrica clara e experimentos de ativação e onboarding.

→ +R$15 milhões em ARR. O mesmo princípio aplicado ao freemium fez a receita via app crescer 50% no primeiro mês.

2M

downloads sem um real de mídia paga · MeuCarrinho

App de lista de compras que fundei, com zero orçamento de mídia paga.

Todo mundo olhava download e usuário ativo. Mas usuário que abre o app e não usa não vira retenção nem receita.

Passei a medir o que indicava valor recebido: itens adicionados por usuário ativo. Redesenhei a experiência em cima disso e ataquei o crescimento por duas frentes: aquisição orgânica, com SEO, ASO e parcerias de distribuição, e recorrência, com compartilhamento de listas e lembretes que traziam o usuário de volta.

→ 22x no engajamento em 12 meses e retenção do mês 3 de 5% para 25%. A empresa foi adquirida pelo Buscapé.

R$50K

de MRR no terceiro mês, num produto novo · Cogtive

A tecnologia estava provada, mas em dois cenários específicos. A pergunta era se aquilo virava produto pra mais gente, sem estourar um time enxuto.

Parecia questão de engenharia: bastaria construir mais e cobrir mais casos.

Rodei duas frentes em paralelo. Conversas com vários segmentos, pra achar onde a dor pagava. E POCs, pra saber o que era viável dentro da operação que a empresa tinha, não da que ela gostaria de ter. O ICP saiu do cruzamento das duas.

→ O mesmo método, aplicado depois a um segundo produto, validou 37% de intenção de compra em um mês: de 8 clientes no piloto, 3 pediram proposta comercial por conta própria.

Como trabalho

Começa pequeno. Cresce se fizer sentido.

Três formatos, de um olhar de fora até liderança de produto dentro da empresa.

Diagnóstico

1 semana

Para quem quer entender o gargalo antes de se comprometer com qualquer coisa maior.

Olho dado de ativação, retenção e receita, converso com o time e com alguns clientes, e devolvo o gargalo nomeado, com o que fazer a respeito.

O produto de entrada. Geralmente é o primeiro passo.

Sprint

4 a 8 semanas

Para quem já sabe que tem um problema e quer atacá-lo.

Entro junto do time para investigar causas, tomar decisões e implementar mudanças, em ativação, retenção, monetização ou foco de produto.

Não entrego um relatório com recomendações. Permaneço envolvido até que a mudança aconteça.

A duração depende do gargalo, não de um pacote: onboarding responde em semanas, retenção precisa de um ciclo inteiro. O prazo é definido no diagnóstico.

Contínuo

Recorrente · sob consulta

Para quem precisa da função de produto estruturada, não de um problema resolvido.

Entro ao lado do founder para definir direção, transformar sinais do negócio em prioridades claras e estruturar a função de produto.

Posso ser a primeira pessoa de produto da empresa.

Formato definido junto à liderança da empresa.

Sobre

O que moldou a forma como eu trabalho

Founder

MeuCarrinho

Cofundador e único responsável por produto, do conceito à aquisição pelo Buscapé.

Construí produto, crescimento e operação sem estrutura prévia ou playbook.

O que quebra ao escalar

Empiricus

Reduzi churn de 30% para 9% liderando produto para mais de 450 mil assinantes.

Não é só ter operado em escala grande, é já ter visto o que quebra quando o crescimento acelera antes do produto estar pronto.

Saber a hora de parar

Cogtive

Matei um produto de IA que tinha uso alto, porque o cliente não enxergava valor suficiente.

Métrica de uso boa esconde falta de adoção real. Saber a hora de parar vale tanto quanto saber onde investir.

A escolha que custou caro

Legurmê

Entrei numa categoria de alto diferencial e baixo giro, apostando que o produto compensaria. Não compensou.

Diferencial não salva escolha errada de mercado. Essa decisão deixou os primeiros anos mais caros e mais lentos do que precisavam ser.

Trabalhei em contextos muito diferentes e, apesar das diferenças, vi o mesmo padrão se repetir.

Produto bom não escala sozinho.

Em algum momento, o crescimento passa a depender menos de novas funcionalidades e mais da qualidade das decisões.

Reconhecer esse padrão e saber o que fazer com ele é o centro do trabalho que eu faço.

Danilo Campos

Para quem faz sentido

Funciona melhor para empresas que:

  • · já têm produto no ar e clientes pagando, mesmo que poucos
  • · têm time técnico construindo
  • · não têm alguém sênior de produto dedicado
  • · levantaram recentemente, ou chegaram nesse ponto sem levantar

Não é o caminho certo se você

  • · ainda não tem produto no ar nem cliente pagando (aqui o trabalho é outro)
  • · quer alguém pra executar backlog em vez de decidir o que entra nele
  • · quer terceirizar produto inteiro em vez de construir a capacidade internamente

Quer começar pelo diagnóstico? É só preencher abaixo.

Sem pitch. Sem processo de vendas. Você fala, eu escuto, e decidimos juntos se faz sentido seguir.